Sua doação é 100% assegurada pelo sistema de pagamento do Pagar.me e será repassada a organizações que acolhem e dão suporte a vítimas de ódio, intolerância e violência - mulheres, negros e negras, gays, lésbicas, trans, indígenas e refugiados.

Com uma doação de 10 reais, você estará contribuindo para que a Casa Tina Martins, que acolhe mulheres em situação de violência, forneça uma refeição de qualidade para uma acolhida.

Ao contribuir com 25 reais, você ajuda a Casa Miga nas compras de mantimentos para os LGBTs e refugiados acolhidos.

Ao contribuir com 60 reais, você cobre o custo diário de transporte da equipe do Centro Carmem Bascaran para comunidades vulneráveis no campo do interior do Maranhão fica assegurado.

Doando 150 reais, você garante que as Mulheres Mirabal terão tudo que precisam para realizar uma oficina sobre violência doméstica.

Com uma doação de 350 reais, você ajuda a pagar os custos de assessoria jurídica do Centro de Trabalho Indigenista.



Estou fazendo parte do time de multiplicadores #NinguémFicaPraTrás. Multiplicadores são pessoas que, assim como eu, se sentiram motivadas a ir além da colaboração e fazer parte da construção dessa campanha. Como? Criando nossas próprias páginas de arrecadação, estipulando nossas metas e engajando as pessoas ao nosso entorno a colaborarem. Estamos plantando novas sementes e multiplicando a campanha por aí!

Os grupos por trás da campanha já conseguiram engajar mais de 2.000 pessoas e bateram a primeira meta do financiamento. Já são R$250mil no total a serem repassados a cinco organizações incríveis! Para garantir o acolhimento de ainda mais gente, eles dobraram a meta e querem fortalecer outras cinco organizações ao redor do país. É aí que a gente entra! Para conseguir arrecadar mais R$250mil, pediram minha ajuda para multiplicar a campanha - e eu estou pedindo a sua para colaborar e dar esse passo comigo!



A atual conjuntura nos demanda fazer parte de movimentos de resistência e ajuda mútua, sobretudo entre as minorias. Eu apoio a campanha #NinguémFicaPraTrás, pois entendo que através de projetos como esse, estarei participando da resistência de forma ativa e ajudando. Venha fazer parte desse projeto de união."
- Cristiane Santos







O que faz: O CTI é uma associação sem fins lucrativos que atua em em Terras Indígenas por meio de projetos elaborados a partir de demandas locais, visando contribuir para que os povos indígenas assumam o controle efetivo de seus territórios, esclarecendo-lhes sobre o papel do Estado na proteção e garantia de seus direitos constitucionais.

Como vai usar os recursos: com aluguel, custos fixos de operação e assessoria jurídica.




O que faz: Casa Miga atua na Amazônia promovendo a ressocialização de pessoas LGBTs em vulnerabilidade social - incluindo LGBTs refugiados. Trabalham criando redes de proteção com suporte jurídico, psicológico e médico. Também oferecem aulas de língua portuguesa, culinária e cursos para inserção no mercado de trabalho.

​Como vai usar os recursos: com aluguel, translado de voluntários, alimentação, equipamentos e custos fixos de operação.





O que faz: O CDVDH/CB é uma ONG no interior do Maranhão que trabalha no enfrentamento do Trabalho Escravo através do atendimento social e jurídico integral gratuito. Também atua promovendo formação cidadã, organização comunitária, atividades socioculturais com crianças adolescentes em grave vulnerabilidade social, capacitação e geração de emprego.

Como vai usar os recursos: com o salário de parte da equipe e transporte da equipe a comunidades vulneráveis.




O que faz: A Casa surgiu da necessidade de reivindicar a efetivação dos serviços de atendimento a mulheres em situação de violência em Belo Horizonte (MG). Hoje, atua em quatro eixos: formação política, encaminhamentos (jurídicos e psicológicos), acolhimento e abrigamento.

Como vai usar os recursos: compra de mantimentos e equipamentos.





O que faz: é um centro de acolhimento e abrigamento para mulheres e seus filhos - vítimas de violência doméstica e familiar. Contam com uma equipe voluntária composta por assistentes sociais, psicólogas e advogadas que realizam oficinas, eventos e rodas de conversa para toda a comunidade.

Como vai usar os recursos: reformas na casa, equipamentos, término da biblioteca, custos de medicamentos, translado e materiais para os oficinas.



QUEM ESTÁ PROMOVENDO A CAMPANHA?

A campanha Ninguém Fica Pra Trás foi criada por organizações da sociedade civil preocupadas com discursos de ódio e violência contra minorias no atual contexto político. Entenderam que é necessário resistir e criaram esta campanha como um primeiro passo para fortalecer quem está na ponta, na luta diária contra o preconceito, a intolerância e a violência.
Essas são algumas organizações que estão, juntas, construindo essa campanha:


*Além do dinheiro para cada organização bancar aluguel, equipamentos, refeições e outros custos essenciais, existem custos de produção que estão embutidos nas metas. De todo o valor arrecadado, 80% serão repassado para as organizações, 5% serão usado para cobrir a taxa do sistema de pagamento (Pagar.me), e 15% para montar uma equipe dedicada à campanha dentro do Nossas.